quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Tempestade

Nuvens  carregadas,  céu   cinzento
Seqüestrando  a  paz,  dia  de  lamento
Apagando o  sol,  e  todo  seu  tempo
Luz  da  vida,  num  breu  de  tormento.

Clarão   dos  relâmpagos,  forte  trovão
Ecoam  nas  gotas  das  chuvas  no chão
Que  nos  impõe  com  exatidão
Todo  seu  volume  e  tempo  de  duração

Por  vezes  a  tempestade  imposta
Coincide  com  nosso  conflito
Íntimo, de  solução  complicada
Procurando  na  vida,  algum  sentido

A  esperança,  é  que  passe  o  mau  tempo
E  todo  vestígio  desse  dia  cinzento
Se   disperse  ao  sabor  do  vento
E  não  sobre  na  vida,  qualquer  sofrimento.

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