sábado, 13 de novembro de 2010

Sem Sentido

Acordei  e,  de repente, nada fazia sentido
Nem  mesmo  meu  nome, reconhecido
Algo  tão  abstrato e   indefinido 
Tornando – se   vil e  insignificativo.

Pensei  no  passado,  não  entendia   o  presente 
percebi  as  lembranças  perdidas  num    tempo  
Pensando   no  futuro,  o  presente,  via – se  ausente 
Procurei   então  seu  esconderijo ,  em  minha  mente.

Perdido ,  não  encontrava   referências 
Roubadas  por  um  sono  profundo
Era  como o  aparecimento  de  um  estranho 
Sem  o  conhecimento  de  sua  historia  ou  procedência.

Então, voltei  a dormir,  pra  esquecer  esse  dia
Em   que  a  historia  de  minha  vida,  não   existia  
Pra   recuperar  as  lembranças, as  evidências  
E  acordar,  com  a certeza  da   minha  existência.

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